Monday, July 28, 2008
Fátima
"Ahhhh, então é por isso que as estradas estão todas cheias de buracos, construíram um estádio no santuário e ficaram sem fundos."
Saturday, July 19, 2008
Monday, July 14, 2008
Cowboyada
Na ordem do dia está o tiroteio a que todos podemos assistir pela televisão na Quinta da Fonte, concelho de Loures. Com cenas destas, até o pobre Stallone de fita vermelha na cabeça e armado até aos dentes se sentiria envergonhado.
A verdade é que há aqui algumas questões que me estão a fazer alguma confusão.
Primeiro, não consigo compreender muito bem qual a revolta da comunidade cigana, quando afirmam que não querem permanecer no bairro devido à falta de segurança. Em todas as filmagens era bem perceptível que as pessoas que andavam aos tiros eram ciganos. Depois mais curioso ainda, os ciganos ameaçam entregar as chaves das casas oferecidas a eles pagas pelos contribuintes, (sim, porque quando descobrirem um cigano contribuinte informem-me por favor) e ainda reclamam novas casas em outros locais mais seguros. Ora então, é bom que fiquemos à espera que todos os habitantes que não gostem do bairro onde vivem, comecem aos tiros uns com os outros para poderem ter casas novas. Ah, e não ponhamos de parte a hipótese dos portugueses começarem a fazer umas horas extras, para poderem pagar mais umas casinhas aos ciganos.
Muitas criticas surgem também em relação à acção policial. Só gostava que me explicassem de que forma é que a polícia podia travar este tiroteio, sem se envolver ela própria na troca de tiros. E se algum polícia ferisse um cidadão envolvido no conflito? Aí já não estariamos a assistir a noticiários sobre conflitos de rua, mas sim a intervenções violentas por parte da polícia. Seriam processos atrás de processos para os agentes envolvidos, enquanto os únicos detidos safam-se com uma "grande pena" de confirmação de identidade e residência.
Curioso também é que esta batalha campal, segundo consta, envolveu a comunidade cigana e a comunidade africana. Então eu pergunto, onde anda a comunidade africana no meio disto tudo? Será que só os ciganos têm direito de antena para as suas versões dos acontecimentos? E os africanos, não merecem também novas casas e mais segurança?
Só espero que os senhores de fato e gravata se deiam ao respeito respeitando todos os portugueses, que todos os dias contribuem com o seu trabalho, para que o país continue a oferecer regalias a este tipo de pessoas, que envergonham a sociedade actual com tais comportamentos.
A verdade é que há aqui algumas questões que me estão a fazer alguma confusão.
Primeiro, não consigo compreender muito bem qual a revolta da comunidade cigana, quando afirmam que não querem permanecer no bairro devido à falta de segurança. Em todas as filmagens era bem perceptível que as pessoas que andavam aos tiros eram ciganos. Depois mais curioso ainda, os ciganos ameaçam entregar as chaves das casas oferecidas a eles pagas pelos contribuintes, (sim, porque quando descobrirem um cigano contribuinte informem-me por favor) e ainda reclamam novas casas em outros locais mais seguros. Ora então, é bom que fiquemos à espera que todos os habitantes que não gostem do bairro onde vivem, comecem aos tiros uns com os outros para poderem ter casas novas. Ah, e não ponhamos de parte a hipótese dos portugueses começarem a fazer umas horas extras, para poderem pagar mais umas casinhas aos ciganos.
Muitas criticas surgem também em relação à acção policial. Só gostava que me explicassem de que forma é que a polícia podia travar este tiroteio, sem se envolver ela própria na troca de tiros. E se algum polícia ferisse um cidadão envolvido no conflito? Aí já não estariamos a assistir a noticiários sobre conflitos de rua, mas sim a intervenções violentas por parte da polícia. Seriam processos atrás de processos para os agentes envolvidos, enquanto os únicos detidos safam-se com uma "grande pena" de confirmação de identidade e residência.
Curioso também é que esta batalha campal, segundo consta, envolveu a comunidade cigana e a comunidade africana. Então eu pergunto, onde anda a comunidade africana no meio disto tudo? Será que só os ciganos têm direito de antena para as suas versões dos acontecimentos? E os africanos, não merecem também novas casas e mais segurança?
Só espero que os senhores de fato e gravata se deiam ao respeito respeitando todos os portugueses, que todos os dias contribuem com o seu trabalho, para que o país continue a oferecer regalias a este tipo de pessoas, que envergonham a sociedade actual com tais comportamentos.
Thursday, June 19, 2008
Acabou...
Afinal não foi preciso esperar pelo fim do mês...
Apesar de uma pontinha de desilusão fica a boa imagem de Portugal na Europa do futebol.
Venha o próximo*
Apesar de uma pontinha de desilusão fica a boa imagem de Portugal na Europa do futebol.
Venha o próximo*
Os meus "Heróis"

Estou muito feliz!!!
A minha Selecção trás me alegrias todos os dias. Como é bom para mim ter a HONRA de poder ver os meus HERÓIS na televisão a cada 5 segundos que olho para o ecrã.
E tudo isto só se torna possível com a SUPER HIPER MEGA Operação TVI!!!
É por eles que eu sei quais as cores das peúgas do Nuno Gomes, a marca do gel do Quaresma e qual o creme que o Cristiano Ronaldo espalha sobre o seu esbelto corpo depois do banho.
O extâse que a população portuguesa está a viver é impressionante. Desde as 2 da tarde às 10 da noite que o "Mundo" pára para assistir à tal Operação do tal canal, em directo, com informação actualizada.
Podemos ver reportagens dos nossos ídolos dentro dos seus fatinhos, com as suas famílias, nas suas casas onde é necessário um mapa para encontrar o WC, nas suas piscinas, a passear nos seus humildes carrinhos, ou melhor ainda, ver o Nani a jogar Playstation sempre que é entrevistado. Tudo isto acompanhado de excelentes trabalhados de edição e músicas de fundo, que nos fazem ficar derretidos ao ver tais cenas amorosas. Confesso que me é dificil controlar aquela lagriminha que tanto teima em escapar...
Mas tudo isto só é possível devido a uma pessoa. Sua Excelência o Seleccionador Nacional Luís Filipe Scolari.
O senhor que gosta muito de Portugal, do carinho dos adeptos, que tem orgulho dos seus jogadores, que canta o nosso Hino Nacional com paixão e que já se sente Português, até... Que lhe pagaram mais noutro lado. Consta que o mister já estará inscrito na mesma class de Inglês nível I com o nosso idol Ronaldo.
Mas de qualquer das formas estou feliz, não há cá problemas para ninguém porque vai jogar a Selecção. Lá para o fim do mês o entusiasmo acabou e os jogadores vão de férias para as Maldivas, à conta dos prémios de jogo e dos milhentos anúncios que tanto gostamos de ver na televisão. E nós, nós voltamos às nossas vidinhas aguardando ansiosamente que chegue o próximo Mundial, para pintar os automóveis de vermelho e verde e colocar as bandeirinhas nas janelas.
Viva Portugal!
Tenho dito.
Thursday, June 12, 2008
Crises
No café do Sr. Alfredo...
Sr. Alfredo - Epá isto agora anda complicado com a paralização dos camionistas, não há combustível, os bens alimentares essenciais estão a escacear, vem aí uma crise!
Adalberto Madaíl - Crise??? Mas qual crise? Então nós passamos aos quartos de final, com jogadores a ganhar 700 euros por dia, num hotel de 5 estrelas regime completo, a ganhar centenas de euros em prémios de jogo e milhares de euros se trouxerem a taça. Como é que podes dizer um disparate desses?
Já para não falar que gasolina não faltou para correr avenidas com buzinadelas de festejo. Até o nosso Ronaldinho já marca golos pelas crianças "desfravorcidas".
Viva Portugal!
Sr. Alfredo - Epá isto agora anda complicado com a paralização dos camionistas, não há combustível, os bens alimentares essenciais estão a escacear, vem aí uma crise!
Adalberto Madaíl - Crise??? Mas qual crise? Então nós passamos aos quartos de final, com jogadores a ganhar 700 euros por dia, num hotel de 5 estrelas regime completo, a ganhar centenas de euros em prémios de jogo e milhares de euros se trouxerem a taça. Como é que podes dizer um disparate desses?
Já para não falar que gasolina não faltou para correr avenidas com buzinadelas de festejo. Até o nosso Ronaldinho já marca golos pelas crianças "desfravorcidas".
Viva Portugal!
Tuesday, May 27, 2008
Lembrança
As lembranças adormecem rasgadas no peito
Curam a alma da tristeza, afogam-se no coração
As lembranças parecem formas sem jeito
São água, mel, sol e vulcão.
Tem sentido apurado de acarinhar as coisas
Com um toque suave cor de rosmaninho
Lembrança é fragilidade de loiças
Que quebram com o tempo e nos deixam sozinhos.
O gosto amargo de não lembrar a lembrança
É sal no sangue, é suor frio
Mas quando esqueço a lembrança que cansa
É doce que acolhe e me tira do vazio.
Recordarei estas palavras cansadas
Como quem guarda o sonho num cofre só seu
Porque ao lembrar a lembrança pensada
Esqueço tantas outras que me roubam o que é meu.
Curam a alma da tristeza, afogam-se no coração
As lembranças parecem formas sem jeito
São água, mel, sol e vulcão.
Tem sentido apurado de acarinhar as coisas
Com um toque suave cor de rosmaninho
Lembrança é fragilidade de loiças
Que quebram com o tempo e nos deixam sozinhos.
O gosto amargo de não lembrar a lembrança
É sal no sangue, é suor frio
Mas quando esqueço a lembrança que cansa
É doce que acolhe e me tira do vazio.
Recordarei estas palavras cansadas
Como quem guarda o sonho num cofre só seu
Porque ao lembrar a lembrança pensada
Esqueço tantas outras que me roubam o que é meu.
Thursday, May 22, 2008
É como diz a música...
"Ainda agora aqui cheguei
E mil mulheres eu já amei
Mas o destino não é ficar
E parto em busca de outro lugar!"
E mil mulheres eu já amei
Mas o destino não é ficar
E parto em busca de outro lugar!"
Monday, May 12, 2008
Adeus "Maestro"
Tuesday, April 22, 2008
Tuesday, April 08, 2008
Gira o disco e toca o mesmo
Estranha sensação esta de inutilidade permanente. Um vazio de ideias, de projectos, de ambições. Aliás, a monotonia tornou-se tão monótona que ficou cravada no meu cérebro. Se nascesse agora diria a palavra "monotonia" antes da palavra "mãe".
Este próprio texto já se está a tornar monótono, tantas vezes é proferida a palavra monotonia.
Monotonias à parte (uff), como se torna complicado ser útil a nível escolar, estou a tentar sê-lo a nível de estudante preocupado com a instituição na qual estou inscrito como aluno.
Ora bem, decidi então tomar a iniciativa de tentar mobilizar os colegas para um alerta sobre as condições de organização da minha escola e reinvidicação de um ensino de qualidade. Só preciso de uma assinatura. No entanto, esperava dúvidas, sugestões, indignações, opiniões diferentes, incentivos, etc... mas, apenas obtive assinaturas (salvo raríssimas excepções).
Dito isto, começo a acreditar que esta "inutilidade" agrada à maioria dos meus colegas, que se contentam em aceitar a situação. Afinal, nem é assim tão mau ir almoçar e apanhar banhos de sol na escola...
Entretanto, vou lendo um livro ("O Sétimo Selo" de José Rodrigues dos Santos), vou pesquisando sobre o conflito do Tibete e reflectindo sobre estas questões.
Estive presente na última reunião do Conselho Geral do IPS onde entre vários pontos foi discutido o plano de actividades do IPS para 2008, chegado este momento, resolvi intervir fazendo algumas criticas no que diz respeito ao CIMOB e ao apoio a estudantes ERASMUS, (não vale fazer só publicidade quando depois não se tem capacidade para lidar com os problemas) bem como a esta fase de transição relativa ao processo de Bolonha (que não nos deixa de prejudicar, muito, muito, muito...)
Apesar de ter consciência de que não me consegui explicar da melhor forma - não é fácil falar sobre algo quando estamos rodeados de professores e presidentes de discurso perfeito e de postura "ameaçadora" - consegui captar a atenção de uns maus olhados bem perceptíveis. Confesso que criticar algo prestes a ser aprovado não foi fácil, um calor interior apoderou-se de mim e as palavras saíam trémules, mas também, só lancei mais uma vez o alerta para questões que muitas vezes não são discutidas. Normalmente são as que mais afectam os alunos...
No final, o Presidente do Conselho Executivo, entre outros assuntos, confessou estar satisfeito que um representante dos alunos da ESE estivesse nesta reunião, coisa que já não vía há muito tempo (nota para o facto de que não pude estar presente por motivo de participação no programam ERASMUS). Sejam estas palavras verdadeiras ou não, levaram-me a reflectir de novo, bem como, o que li num outro blog (Estefanilho) em que os posts de esclarecimento e alerta para os problemas do ensino são comtemplados com meia dúzia de comentários e os relacionados com festas têm 20, 30, 40...???
Isto leva-me a pensar que afinal apenas temos o que merecemos, porque se não pedimos mais é porque não queremos e não basta pedir, é preciso AGIR!
Não sei se vale a pena um grupo de pessoas querer algo, quando todos os outros se contentam com a ignorancia e ausência de espírito crítico.
Espero que estas palavras ao menos sirvam para reflectir... Afinal estamos todos no mesmo barco.
Este próprio texto já se está a tornar monótono, tantas vezes é proferida a palavra monotonia.
Monotonias à parte (uff), como se torna complicado ser útil a nível escolar, estou a tentar sê-lo a nível de estudante preocupado com a instituição na qual estou inscrito como aluno.
Ora bem, decidi então tomar a iniciativa de tentar mobilizar os colegas para um alerta sobre as condições de organização da minha escola e reinvidicação de um ensino de qualidade. Só preciso de uma assinatura. No entanto, esperava dúvidas, sugestões, indignações, opiniões diferentes, incentivos, etc... mas, apenas obtive assinaturas (salvo raríssimas excepções).
Dito isto, começo a acreditar que esta "inutilidade" agrada à maioria dos meus colegas, que se contentam em aceitar a situação. Afinal, nem é assim tão mau ir almoçar e apanhar banhos de sol na escola...
Entretanto, vou lendo um livro ("O Sétimo Selo" de José Rodrigues dos Santos), vou pesquisando sobre o conflito do Tibete e reflectindo sobre estas questões.
Estive presente na última reunião do Conselho Geral do IPS onde entre vários pontos foi discutido o plano de actividades do IPS para 2008, chegado este momento, resolvi intervir fazendo algumas criticas no que diz respeito ao CIMOB e ao apoio a estudantes ERASMUS, (não vale fazer só publicidade quando depois não se tem capacidade para lidar com os problemas) bem como a esta fase de transição relativa ao processo de Bolonha (que não nos deixa de prejudicar, muito, muito, muito...)
Apesar de ter consciência de que não me consegui explicar da melhor forma - não é fácil falar sobre algo quando estamos rodeados de professores e presidentes de discurso perfeito e de postura "ameaçadora" - consegui captar a atenção de uns maus olhados bem perceptíveis. Confesso que criticar algo prestes a ser aprovado não foi fácil, um calor interior apoderou-se de mim e as palavras saíam trémules, mas também, só lancei mais uma vez o alerta para questões que muitas vezes não são discutidas. Normalmente são as que mais afectam os alunos...
No final, o Presidente do Conselho Executivo, entre outros assuntos, confessou estar satisfeito que um representante dos alunos da ESE estivesse nesta reunião, coisa que já não vía há muito tempo (nota para o facto de que não pude estar presente por motivo de participação no programam ERASMUS). Sejam estas palavras verdadeiras ou não, levaram-me a reflectir de novo, bem como, o que li num outro blog (Estefanilho) em que os posts de esclarecimento e alerta para os problemas do ensino são comtemplados com meia dúzia de comentários e os relacionados com festas têm 20, 30, 40...???
Isto leva-me a pensar que afinal apenas temos o que merecemos, porque se não pedimos mais é porque não queremos e não basta pedir, é preciso AGIR!
Não sei se vale a pena um grupo de pessoas querer algo, quando todos os outros se contentam com a ignorancia e ausência de espírito crítico.
Espero que estas palavras ao menos sirvam para reflectir... Afinal estamos todos no mesmo barco.
Tuesday, April 01, 2008
Cancro do Ensino
A minha escola deixa-me doente...
A monotonia, o tédio, a "seca" das aulas, as conversas interminávies para chegar a uma simples conclusão, a falta de objectividade, os docentes que pouco sabem e os que sabem de mais.
Não há motivação que sobreviva a estes (entre outros) factores.
A partir do momento em que ter determinadas aulas se assemelhe a uma grande perda de tempo, é caso para dizer...
Já não há pachorra!
A monotonia, o tédio, a "seca" das aulas, as conversas interminávies para chegar a uma simples conclusão, a falta de objectividade, os docentes que pouco sabem e os que sabem de mais.
Não há motivação que sobreviva a estes (entre outros) factores.
A partir do momento em que ter determinadas aulas se assemelhe a uma grande perda de tempo, é caso para dizer...
Já não há pachorra!
Tuesday, March 18, 2008
Actualidade

George W. Bush disse em conferência de imprensa que não se arrepende de ter dado ínicio à guerra no Iraque e que se fosse hoje tomava a mesma decisão.
O General Loureiro dos Santos, especialista em assuntos militares, afirmou em entrevista à RTPN que não entende como é possível este homem, ainda hoje, ir à televisão dizer que voltava a tomar a mesma decisão depois de todos os erros cometidos antes e durante esta guerra.
Pois é senhor General, nem você nem mais 6,5 mil milhões de pessoas.
Friday, March 14, 2008
Aceitas?

Hoje queria dar-te uma flôr, olhar-te nos olhos e escutar os teus pensamentos. Nada de palavras, tudo de sensações.
Queria sentar-me e dizer-te o que sinto, mas o que eu sinto é nada e o que desejo é tudo.
Hoje queria acordar numa realidade diferente, ter tão pouco de incertezas e um infinito de amor.
E neste rio de sonhos e enganos,
Onde os sentimentos são levados pela corrente,
Agarro algo que ninguém me pode tirar,
A vontade de te dizer,
Que hoje acordei,
Com um sorriso aberto,
E um desejo especial...
...de te dar uma flôr.
Tuesday, March 04, 2008
"Para que devo escutar o meu coração?"
"Porque nao vais conseguir jamais mantê-lo calado. E mesmo que finjas nao escutar o que ele diz, ele estará dentro do teu peito, repetindo sempre o que pensa sobre a vida e o mundo."
Gostei*
Gostei*
Monday, March 03, 2008
Friday, February 29, 2008
Saturday, February 23, 2008
Friday, February 15, 2008
Thursday, February 07, 2008
Mais 1 euro?
A ESE não nos deixa de surpreender. De volta a Portugal e momentos antes de iniciar uma partida de futebol no nosso tão precioso polidesportivo, fiquei a saber que tinha que pagar uma inscrição no valor de 6euros (mais 1 que o ano transacto).
Para além disso, tive que pagar mais 1euro respectivo ao aluguer do pavilhão e surpresa das surpresas (ou não), ainda nos pedem mais 1euro pela bola e mais 1euro pelos coletes.
Vamos lá então fazer contas.
No polidesportivo do campus do País Basco, (que tem só o triplo da dimensão do da ESE, com identificação através de impressões digitais e código secreto) o valor do aluguer do pavilhão é de cerca de 1euro por jogador, sob apresentação de algum documento que identifique o interessado como aluno da escola. O aluno paga apenas o aluguer do pavilhão como a lógica defende.
Num qualquer pavilhão municipal o valor do aluguer ronda os 20euros, ou seja, se forem dez jogadores a participar, calha a 2euros cada um. Com um pequeno pormenor, a BOLA ESTÁ INCLUÍDA. Também não faz parte da lógica alugar um pavilhão para jogar futebol... sem bola.
Mas na ESE é assim...
Pagamos o valor correspondente ao aluguer do pavilhão que é cerca de 1euro, até aqui tudo bem. Mas antes é necessária uma inscrição de 6euros! Para quê?
São três vezes o aluguer de um pavilhão municipal e sete vezes o aluguer do pavilhao do campus da UPV.
Não é necessário referir o facto de que pagamos uma quantia estupidamente exagerada de propínas, ainda temos que pagar um valor que ninguém sabe bem para que finalidade, por um serviço que à partida deveria estar à disposição dos seus alunos em troca do preço justo como é óbvio.
Como ainda temos que pagar pela bola e pelos coletes, entretanto já fiquei de carteira vazia. Vou rezar para num qualquer lance não acertar com a bola no poste, porque ainda corro o risco de pagar 1euro por cada vez que o faça, para manutenção do ferro ou perservação da pintura. Da maneira que as coisas andam...
Para além disso, tive que pagar mais 1euro respectivo ao aluguer do pavilhão e surpresa das surpresas (ou não), ainda nos pedem mais 1euro pela bola e mais 1euro pelos coletes.
Vamos lá então fazer contas.
No polidesportivo do campus do País Basco, (que tem só o triplo da dimensão do da ESE, com identificação através de impressões digitais e código secreto) o valor do aluguer do pavilhão é de cerca de 1euro por jogador, sob apresentação de algum documento que identifique o interessado como aluno da escola. O aluno paga apenas o aluguer do pavilhão como a lógica defende.
Num qualquer pavilhão municipal o valor do aluguer ronda os 20euros, ou seja, se forem dez jogadores a participar, calha a 2euros cada um. Com um pequeno pormenor, a BOLA ESTÁ INCLUÍDA. Também não faz parte da lógica alugar um pavilhão para jogar futebol... sem bola.
Mas na ESE é assim...
Pagamos o valor correspondente ao aluguer do pavilhão que é cerca de 1euro, até aqui tudo bem. Mas antes é necessária uma inscrição de 6euros! Para quê?
São três vezes o aluguer de um pavilhão municipal e sete vezes o aluguer do pavilhao do campus da UPV.
Não é necessário referir o facto de que pagamos uma quantia estupidamente exagerada de propínas, ainda temos que pagar um valor que ninguém sabe bem para que finalidade, por um serviço que à partida deveria estar à disposição dos seus alunos em troca do preço justo como é óbvio.
Como ainda temos que pagar pela bola e pelos coletes, entretanto já fiquei de carteira vazia. Vou rezar para num qualquer lance não acertar com a bola no poste, porque ainda corro o risco de pagar 1euro por cada vez que o faça, para manutenção do ferro ou perservação da pintura. Da maneira que as coisas andam...
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