Tuesday, March 18, 2008

Actualidade


George W. Bush disse em conferência de imprensa que não se arrepende de ter dado ínicio à guerra no Iraque e que se fosse hoje tomava a mesma decisão.
O General Loureiro dos Santos, especialista em assuntos militares, afirmou em entrevista à RTPN que não entende como é possível este homem, ainda hoje, ir à televisão dizer que voltava a tomar a mesma decisão depois de todos os erros cometidos antes e durante esta guerra.


Pois é senhor General, nem você nem mais 6,5 mil milhões de pessoas.

Friday, March 14, 2008

Aceitas?


Hoje queria dar-te uma flôr, olhar-te nos olhos e escutar os teus pensamentos. Nada de palavras, tudo de sensações.
Queria sentar-me e dizer-te o que sinto, mas o que eu sinto é nada e o que desejo é tudo.
Hoje queria acordar numa realidade diferente, ter tão pouco de incertezas e um infinito de amor.
E neste rio de sonhos e enganos,
Onde os sentimentos são levados pela corrente,
Agarro algo que ninguém me pode tirar,
A vontade de te dizer,
Que hoje acordei,
Com um sorriso aberto,
E um desejo especial...

...de te dar uma flôr.

Tuesday, March 04, 2008

"Para que devo escutar o meu coração?"

"Porque nao vais conseguir jamais mantê-lo calado. E mesmo que finjas nao escutar o que ele diz, ele estará dentro do teu peito, repetindo sempre o que pensa sobre a vida e o mundo."



Gostei*

Monday, March 03, 2008

Apetece-me...

... Gritar! Muito mesmo.

Mas fico-me pelo silêncio das minhas palavras.

Saturday, February 23, 2008

Thursday, February 07, 2008

Mais 1 euro?

A ESE não nos deixa de surpreender. De volta a Portugal e momentos antes de iniciar uma partida de futebol no nosso tão precioso polidesportivo, fiquei a saber que tinha que pagar uma inscrição no valor de 6euros (mais 1 que o ano transacto).
Para além disso, tive que pagar mais 1euro respectivo ao aluguer do pavilhão e surpresa das surpresas (ou não), ainda nos pedem mais 1euro pela bola e mais 1euro pelos coletes.
Vamos lá então fazer contas.
No polidesportivo do campus do País Basco, (que tem só o triplo da dimensão do da ESE, com identificação através de impressões digitais e código secreto) o valor do aluguer do pavilhão é de cerca de 1euro por jogador, sob apresentação de algum documento que identifique o interessado como aluno da escola. O aluno paga apenas o aluguer do pavilhão como a lógica defende.
Num qualquer pavilhão municipal o valor do aluguer ronda os 20euros, ou seja, se forem dez jogadores a participar, calha a 2euros cada um. Com um pequeno pormenor, a BOLA ESTÁ INCLUÍDA. Também não faz parte da lógica alugar um pavilhão para jogar futebol... sem bola.
Mas na ESE é assim...
Pagamos o valor correspondente ao aluguer do pavilhão que é cerca de 1euro, até aqui tudo bem. Mas antes é necessária uma inscrição de 6euros! Para quê?
São três vezes o aluguer de um pavilhão municipal e sete vezes o aluguer do pavilhao do campus da UPV.
Não é necessário referir o facto de que pagamos uma quantia estupidamente exagerada de propínas, ainda temos que pagar um valor que ninguém sabe bem para que finalidade, por um serviço que à partida deveria estar à disposição dos seus alunos em troca do preço justo como é óbvio.
Como ainda temos que pagar pela bola e pelos coletes, entretanto já fiquei de carteira vazia. Vou rezar para num qualquer lance não acertar com a bola no poste, porque ainda corro o risco de pagar 1euro por cada vez que o faça, para manutenção do ferro ou perservação da pintura. Da maneira que as coisas andam...

Tuesday, January 15, 2008

Hoje aprendi...

...uma coisa muito interessante.

Cerca de 43% de congressistas europeus são convertidos em lobbistas. (Lobbie = corrupção, manipulação, etc.)
Senhores como G. Schroder e Tony Blair, após terminarem as suas funções políticas, quase que instantaneamente são convidados a fazer parte de grandes grupos económicos. Curioso não?
Além do mais, se não estou em erro, o senhor Tony Blair é também o mediador europeu para o conflicto na Palestina. Que boa maneira de nos mandarem areia para os olhos.
É o chamado "Revolving Doors", ou seja, as portas abrem-se sempre para os mesmos.
Mas vivemos em Democracia!
Outra questão pertinente por trás desta "igualdade para todos", está relacionada com a chegada do Euro (moeda).
Para as grandes empresas foi a cereja em cima do bolo. Deixou de ser necessário fazer os sempre incómodos "cambios", os negócios tornam-se mais fluídos, tudo é simplificado e fica muito mais fácil crescer economicamente.
Para nós, a única vantagem que vejo é a facilidade de viajar pela Europa sem ter a preocupação de trocar dinheiro.
De resto, ou tenho os bolsos rotos, ou é mesmo verdade que o custo de vida duplicou. Ou seja, o poder de compra dos Portugueses caíu para metade.
E o Sr. Joaquim e a Sra. Maria que nunca viajam que vantagens tiveram?
E quantos Srs. Joaquins e Sras. Marias temos no nosso país...
É sempre bom para todos, quando Lhes interessa, senhores poderosos.

Mas somos nós que votamos.
Viva a Democracia!


P.S - Este comentário torna-se pertinente na medida em que visa criticar os senhores que "mandam" na democracia e não o sistema democrático em si. Segundo alguém afirmou, não é o melhor sistema, mas é o melhor que temos.

Sunday, December 30, 2007

Durante um cigarro

Hoje a noite está calma junto ao rio,
Vagueia sereno, reflecte apenas as luzes dos candeiros.
Alguém canta do outro lado, em tom desalinhado, frouxo.
Porém, é saudado por muitos que o esperavam
Efeitos do álcool…
Lá em baixo cardumes famintos espreitam à superfície,
Desejam-me boa noite e eu estou com eles.
O céu está limpo,
As nuvens adormeceram de trás das montanhas,
E as estrelas dão-se ao luxo de brilhar, vaidosas… Eu gosto!
Ao longe, o som de uma flauta insiste em fazer-se ouvir,
As notas perdidas, salteadas, unem se em busca de uma melodia.
Um pequeno cesto mantém-se pregado ao chão, vazio,
E o companheiro de estimação descansa ao relento,
Alheio à música embriagada.
Costuma-se dizer que quem canta seus males espanta,
Mas as pessoas não gostam de cantar.
Não querem,
Não sabem,
Ou têm vergonha,
Preferem refugiar-se no álcool.
Mas é precisamente quando se está bêbado que as verdades vêm ao de cima.
Então não há pensamentos,
Inibições,
Nem constrangimentos,
Nesses momentos… Todos querem cantar e todos cantam.

Todos cantam!

Tuesday, December 11, 2007

Boa noite e até amanhã.

Deu-me um aperto no coração.
As lágrimas correram para os olhos, agarradas por um fio.
A saudade bate sempre forte.
Sempre...


Friday, November 23, 2007

Ele (dis)pensa e eu também.

Existem mulheres que são uma beleza, mas quando abrem a boca, hum, que tristeza.
Não é o seu hálito que apodrece o ar, o problema é o que elas falam que não dá pra aguentar. Nada na cabeça, personalidade fraca, tem a feminilidade e a sensualidade de uma vaca. Produzidas com roupinhas da estação, que viram no anúncio da televisão.
Milhões de pessoas transitam pelas ruas, mas conhecemos facilmente esse tipo de peruas.
Bundinha empinada pra mostrar que é bonita e a cabeça parafinada pra ficar igual paquita.
Elas estão em toda parte desse Rio de Janeiro e às vezes me interrogo se elas estão no mundo inteiro.
À procura de carro, à procura de dinheiro, o lugar dessas cadelas era mesmo num puteiro. Quando só se preocupam em chamar a atenção, não pelas ideias, mas pelo burrão,
não pensam em nada, só querem badalar, está na moda tirar onda, beber e fumar.
Cadelinhas de boate ou ratinhas de praia, apenas os otários aturam a sua laia e enquanto o playboy te dá dinheiro e atenção, eu só saio com você se for pra ser o Ricardão.
Não eu não sou machista, exigente talvez, mas eu quero mulheres inteligentes, não vocês!
Vocês são o mais puro retrato da falsidade, desculpa amor mas eu prefiro mulher de verdade... Ai! Voce é medíocre e ainda sim orgulhosa, loira burra, e mole, não está com nada e está prosa.
O seu jeito forçado de falar é deprimente, já entendi seu problema, você está muito carente.
Mas eu só vou te usar, você não é nada pra mim. (...) Pra que dar atenção a quem não sabe conversar, pra falar sobre o tempo ou sobre como estava o mar.
Não, eu prefiro dormir, sai daqui, Ham! Eu já fui bem claro, mas vou repetir, e pra você me entender, vou ser até mais direto: Loira burra, você não passa de mulher objeto.
Capas da moda, vocês são todas iguais, cabelos, sorrisos e gestos artificiais,i déias banais, e como dizem os racionais: Mulheres vulgares, uma noite e nada mais.
Loira burra, você é vulgar sim, seus valores são deturpados, você é leviana. Ham! Pensa que está com tudo, mas se engana sua frágil cabecinha de porcelana.
A sua filosofia é ser bonita e gostosa, fora disso é uma sebosa, tapada e preconceituosa.
Seus lindos peitos não merecem respeito, marionetes alienadas, vocês não tem jeito.
Eu não sou agressivo, contundente talvez, o Pensador dá valor às mulheres, mas não vocês, vocês são o mais puro retrato da falsidade, desculpe amor mas eu prefiro mulher de verdade.
E, não se esqueça que o problema não está no cabelo, está na cabeça. Nem todas são sócias da farmácia.
Tem muita Loira burra de cabelo preto e castanho por ai. E, Loira burra morena, ruiva, preta, loira burra careca. Tem a Loira burra natural também, cada Loira burra é de um jeito,mas todas são iguais. Você está me entendendo. Preste atenção:Eu gosto é de mulher!
Será que o Sr. Gabriel teve que pensar muito para escrever isto? Não creio...

Sunday, November 11, 2007

Geração fantástica

Nascidos antes de 1986. De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos. Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas "à prova de crianças", ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes. Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar à frente era um bónus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso. Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado aprendíamos. Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso. Não tínhamos PlayStation, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet. Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua. Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía! Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos, mas sempre sem processos em tribunal. Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados. Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a escola; Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem. Criávamos jogos com paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei. Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas. Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo. És um deles? Parabéns!
"Autor desconhecido"

Tuesday, October 30, 2007

O que se passa com a minha ESE?

Como este cantinho é meu e já lá vai algum tempo que não reflicto sobre coisas "sérias", mesmo à distância há algo que me preocupa e em que penso todos os dias, (provavelmente mais do que alguns que lá estão o que me deixa ainda mais preocupado) e que me leva a fazer a seguinte questão:
O que se passa com a "minha" ESE?
Como aluno e ainda como elemento da actual AEESES, tenho algumas coisas a dizer sobre o que vi e senti quando lá estava e o que vou sabendo à distância.
Quando cheguei à ESE durante o 1º ano senti que tinha ganho algo como uma segunda família, "Uma turma belíssima, um curso fantástico... bla, bla, bla" todos ou quase todos se davam bem e o ambiente era de união e amizade. O tempo foi passando e hoje em dia, pela primeira vez na minha vida, conheço pessoas a quem simplesmente não falo e se fosse possível nunca mais lhes punha a vista em cima. Suponho que infelizmente faça parte da vida... Complicados estes animaizinhos de cérebro grande denominados de Humanos.
Mais tarde entrei na aventura de fazer parte de uma AE numa lista T de "amigos". Ainda hoje recordo esses amigos que ao longo do ano foram desistindo deste projecto, a que tão afincadamente se dedicaram durante as eleições e depois deixaram os outros agarrados.
Recordo a enorme falta de ética e respeito da lista adversária, bem como a hipócrisia de corredor com um olá e uma facada pelas costas.
Recordo também o dia em que fiquei sózinho a apanhar o lixo do dia seguinte à Festa da Primavera, porque nos tinhamos comprometido com o Conselho Directivo a deixar a escola exactamente como estava. Responsabilidade? Respeito? Parece que falta eléctricidade no cantinho do cérebro onde habitam estes dois pobres coitados valores.
Entre estas e outras, a AE na generalidade não funcionou. Seja pela falta de personalidade dos seus membros que sempre se importaram mais com o que os outros diziam, seja pelos críticos de fora que até nos chegaram a criticar por pintar a AE e principalmente pela falta de capacidade da maioria de saber destinguir responsabilidade de brincadeira.
Hoje a ESE passa por tempos díficeis, precisamos de responder à altura e... não temos capacidade. É díficil quando uma Faculdade tão pequena suporta tanta intriga e tanta mesquinhice, a AE não funciona e união não faz parte do vocabulário.
É díficil também quando os próprios professores se desrespeitam uns aos outros em sussurros com o colega do lado nas reuniões do Conselho Geral.
É muito mais díficil quando o caminho escolhido continua a ser o de manifestações tristes, com cartazes tristes, lutando contra não se sabe bem quem, com meia dúzia de gatos pingados gritando palavras de ordem com escolta polícial. Façam-se ouvir nos orgãos administrativos, denunciem, demostrem o vosso desagrado por dentro, na rua são apenas número.
Não sou nenhum salvador da pátria, nenhum jovem amargurado, nem tão pouco nenhum critico. Apenas me limito a fazer uma reflexão do que vivi, do que vi e do que espero não ver mais na ESE.
A todos os verdadeiros amigos que lá tenho, às instalações e jardins em redor a que nínguem dá valor e a todos os jantares e convívios que tantas boas memórias me fazem guardar. Um grande obrigado, com o desejo de que a ESE se faça respeitar, se não pelos seus dirigentes administrativos, pela união de todos os seus alunos.

Friday, October 26, 2007

Feiticeira Lua


Hoje está lua cheia, disfarçada pela negridão das nuvens que teimam em passear lentamente por um céu que entretanto esquecera as estrelas.

No pequeno ecrã passou Munich pela tarde. Vingar guerra com guerra, só atrai mais guerra e a paz quem a vinga? É a guerra santa dizem eles, dizem todos. Pois para mim, só o simples facto da união das letras G-U-E-R-R-A poder ter um significado, não tem nada de santo.

E passou...

O deleito que um cigarro provoca num banco de jardim, enquanto uma suave brisa agita a gola do casaco e as últimas formigas recolhem a suas casas. Um momento de solidão que tem tanto de prazer como de assustador.

As palavras saem fluídas, sem pensamentos, qual Fernando Pessoa com o seu copinho de água ardente como companheiro. O lápis deu lugar a uma grande quantidade de botões e os dedos movem-se quase que irracionalmente. Já não há essência, não há arte, apenas reflexão.

A lua, essa, observa impávida e serena. O único farol que ilumina a escuridão deste mundo passa despercebido. Ninguém a vê, ninguém a sente, ninguém a recorda. Mas ela está sempre lá, impávida, serena, brilhante...




Tuesday, October 09, 2007

Euskal Herria

Ès cerca daquí?
Tudo é perto, o céu cinzento disfarça a beleza da cidade
As ruas paralelas, perfeitas..
Tão simples e tão complexo que nos fazem perder.
As praças são espelho de flores
Nas rotundas podemos descançar, sentir o sol, imaginar os pensamentos,
Das fontes que lançam água e assistem ao desfile constante
De gente, de tanta gente..
Os jardins enfeitados com as folhas caídas de Outono,
Lançam a brisa que se torna cada vez mais fresca
Em todas as direcções. O relvado mostra verde e a mente sonha rosa.
As igrejas são rock, os teatros são pistas de dança...
Os montes suportam o "xirimiri" constante lançando-o como poeira
Pózinhos de sininho que engripam a alma.
Esta é a cidade que me faz andar quilómetros,
Que me leva a todo o lado, guiada pelo rio.
A cultura é arte e saber estar é conforto.
Tanto de mal tu tens que à noite me vejo a chamar por ti.
E não te vou esquecer...


Bilbao*

Thursday, September 20, 2007

Bilbao

E chegou a hora...
Muita expectativa, muita saudade.


Poucas palavras...





Até já*

Saturday, September 01, 2007

Que semana...

Aproxima-se a hora da partida e não podia deixar de dedicar um post a uma das poucas coisas que me podiam segurar aqui neste momento: os Charysma.
Foi uma semana agitada com horas de ensaio, gravações, uma passagem pela tv, várias deslocações e um concerto final que apesar de algumas falhas, (não somos profissionais e mesmo esses também erram) deixou no ar as ideias e a vontade que este grupo tem em mostrar as suas músicas. Só sei que curti buééé!!!
Foi uma semana que nos uniu e que me mostrou o que é o espírito de uma banda.

Por agora há uma pausa... Quando recomeçar-mos espero que seja em grande.
Posso estar a sonhar muito. Que assim seja... Se recordar é viver, sonhar é semear a expectativa e isso deixa me vivo.

Até já Charysma*

Saturday, August 25, 2007

What´s going on?

E eis que o jovem adolescente já não se reconhece, perdeu-se na idade talvez...
O Mundo gira mais devagar, o tempo passa sem trazer nada de novo.
O tempo está nublado. Até o sol transporta as nuvens.
Falta côr, falta magia, o entusiasmo característico ficou à beira da estrada.

E eis que o jovem adolescente procura ser o que é, sendo o que já foi...
Por enquanto o resultado não corresponde à receita.