Tuesday, January 15, 2008

Hoje aprendi...

...uma coisa muito interessante.

Cerca de 43% de congressistas europeus são convertidos em lobbistas. (Lobbie = corrupção, manipulação, etc.)
Senhores como G. Schroder e Tony Blair, após terminarem as suas funções políticas, quase que instantaneamente são convidados a fazer parte de grandes grupos económicos. Curioso não?
Além do mais, se não estou em erro, o senhor Tony Blair é também o mediador europeu para o conflicto na Palestina. Que boa maneira de nos mandarem areia para os olhos.
É o chamado "Revolving Doors", ou seja, as portas abrem-se sempre para os mesmos.
Mas vivemos em Democracia!
Outra questão pertinente por trás desta "igualdade para todos", está relacionada com a chegada do Euro (moeda).
Para as grandes empresas foi a cereja em cima do bolo. Deixou de ser necessário fazer os sempre incómodos "cambios", os negócios tornam-se mais fluídos, tudo é simplificado e fica muito mais fácil crescer economicamente.
Para nós, a única vantagem que vejo é a facilidade de viajar pela Europa sem ter a preocupação de trocar dinheiro.
De resto, ou tenho os bolsos rotos, ou é mesmo verdade que o custo de vida duplicou. Ou seja, o poder de compra dos Portugueses caíu para metade.
E o Sr. Joaquim e a Sra. Maria que nunca viajam que vantagens tiveram?
E quantos Srs. Joaquins e Sras. Marias temos no nosso país...
É sempre bom para todos, quando Lhes interessa, senhores poderosos.

Mas somos nós que votamos.
Viva a Democracia!


P.S - Este comentário torna-se pertinente na medida em que visa criticar os senhores que "mandam" na democracia e não o sistema democrático em si. Segundo alguém afirmou, não é o melhor sistema, mas é o melhor que temos.

Sunday, December 30, 2007

Durante um cigarro

Hoje a noite está calma junto ao rio,
Vagueia sereno, reflecte apenas as luzes dos candeiros.
Alguém canta do outro lado, em tom desalinhado, frouxo.
Porém, é saudado por muitos que o esperavam
Efeitos do álcool…
Lá em baixo cardumes famintos espreitam à superfície,
Desejam-me boa noite e eu estou com eles.
O céu está limpo,
As nuvens adormeceram de trás das montanhas,
E as estrelas dão-se ao luxo de brilhar, vaidosas… Eu gosto!
Ao longe, o som de uma flauta insiste em fazer-se ouvir,
As notas perdidas, salteadas, unem se em busca de uma melodia.
Um pequeno cesto mantém-se pregado ao chão, vazio,
E o companheiro de estimação descansa ao relento,
Alheio à música embriagada.
Costuma-se dizer que quem canta seus males espanta,
Mas as pessoas não gostam de cantar.
Não querem,
Não sabem,
Ou têm vergonha,
Preferem refugiar-se no álcool.
Mas é precisamente quando se está bêbado que as verdades vêm ao de cima.
Então não há pensamentos,
Inibições,
Nem constrangimentos,
Nesses momentos… Todos querem cantar e todos cantam.

Todos cantam!

Tuesday, December 11, 2007

Boa noite e até amanhã.

Deu-me um aperto no coração.
As lágrimas correram para os olhos, agarradas por um fio.
A saudade bate sempre forte.
Sempre...


Friday, November 23, 2007

Ele (dis)pensa e eu também.

Existem mulheres que são uma beleza, mas quando abrem a boca, hum, que tristeza.
Não é o seu hálito que apodrece o ar, o problema é o que elas falam que não dá pra aguentar. Nada na cabeça, personalidade fraca, tem a feminilidade e a sensualidade de uma vaca. Produzidas com roupinhas da estação, que viram no anúncio da televisão.
Milhões de pessoas transitam pelas ruas, mas conhecemos facilmente esse tipo de peruas.
Bundinha empinada pra mostrar que é bonita e a cabeça parafinada pra ficar igual paquita.
Elas estão em toda parte desse Rio de Janeiro e às vezes me interrogo se elas estão no mundo inteiro.
À procura de carro, à procura de dinheiro, o lugar dessas cadelas era mesmo num puteiro. Quando só se preocupam em chamar a atenção, não pelas ideias, mas pelo burrão,
não pensam em nada, só querem badalar, está na moda tirar onda, beber e fumar.
Cadelinhas de boate ou ratinhas de praia, apenas os otários aturam a sua laia e enquanto o playboy te dá dinheiro e atenção, eu só saio com você se for pra ser o Ricardão.
Não eu não sou machista, exigente talvez, mas eu quero mulheres inteligentes, não vocês!
Vocês são o mais puro retrato da falsidade, desculpa amor mas eu prefiro mulher de verdade... Ai! Voce é medíocre e ainda sim orgulhosa, loira burra, e mole, não está com nada e está prosa.
O seu jeito forçado de falar é deprimente, já entendi seu problema, você está muito carente.
Mas eu só vou te usar, você não é nada pra mim. (...) Pra que dar atenção a quem não sabe conversar, pra falar sobre o tempo ou sobre como estava o mar.
Não, eu prefiro dormir, sai daqui, Ham! Eu já fui bem claro, mas vou repetir, e pra você me entender, vou ser até mais direto: Loira burra, você não passa de mulher objeto.
Capas da moda, vocês são todas iguais, cabelos, sorrisos e gestos artificiais,i déias banais, e como dizem os racionais: Mulheres vulgares, uma noite e nada mais.
Loira burra, você é vulgar sim, seus valores são deturpados, você é leviana. Ham! Pensa que está com tudo, mas se engana sua frágil cabecinha de porcelana.
A sua filosofia é ser bonita e gostosa, fora disso é uma sebosa, tapada e preconceituosa.
Seus lindos peitos não merecem respeito, marionetes alienadas, vocês não tem jeito.
Eu não sou agressivo, contundente talvez, o Pensador dá valor às mulheres, mas não vocês, vocês são o mais puro retrato da falsidade, desculpe amor mas eu prefiro mulher de verdade.
E, não se esqueça que o problema não está no cabelo, está na cabeça. Nem todas são sócias da farmácia.
Tem muita Loira burra de cabelo preto e castanho por ai. E, Loira burra morena, ruiva, preta, loira burra careca. Tem a Loira burra natural também, cada Loira burra é de um jeito,mas todas são iguais. Você está me entendendo. Preste atenção:Eu gosto é de mulher!
Será que o Sr. Gabriel teve que pensar muito para escrever isto? Não creio...

Sunday, November 11, 2007

Geração fantástica

Nascidos antes de 1986. De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos. Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas "à prova de crianças", ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes. Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar à frente era um bónus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso. Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado aprendíamos. Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso. Não tínhamos PlayStation, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet. Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua. Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía! Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos, mas sempre sem processos em tribunal. Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados. Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a escola; Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem. Criávamos jogos com paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei. Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas. Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo. És um deles? Parabéns!
"Autor desconhecido"

Tuesday, October 30, 2007

O que se passa com a minha ESE?

Como este cantinho é meu e já lá vai algum tempo que não reflicto sobre coisas "sérias", mesmo à distância há algo que me preocupa e em que penso todos os dias, (provavelmente mais do que alguns que lá estão o que me deixa ainda mais preocupado) e que me leva a fazer a seguinte questão:
O que se passa com a "minha" ESE?
Como aluno e ainda como elemento da actual AEESES, tenho algumas coisas a dizer sobre o que vi e senti quando lá estava e o que vou sabendo à distância.
Quando cheguei à ESE durante o 1º ano senti que tinha ganho algo como uma segunda família, "Uma turma belíssima, um curso fantástico... bla, bla, bla" todos ou quase todos se davam bem e o ambiente era de união e amizade. O tempo foi passando e hoje em dia, pela primeira vez na minha vida, conheço pessoas a quem simplesmente não falo e se fosse possível nunca mais lhes punha a vista em cima. Suponho que infelizmente faça parte da vida... Complicados estes animaizinhos de cérebro grande denominados de Humanos.
Mais tarde entrei na aventura de fazer parte de uma AE numa lista T de "amigos". Ainda hoje recordo esses amigos que ao longo do ano foram desistindo deste projecto, a que tão afincadamente se dedicaram durante as eleições e depois deixaram os outros agarrados.
Recordo a enorme falta de ética e respeito da lista adversária, bem como a hipócrisia de corredor com um olá e uma facada pelas costas.
Recordo também o dia em que fiquei sózinho a apanhar o lixo do dia seguinte à Festa da Primavera, porque nos tinhamos comprometido com o Conselho Directivo a deixar a escola exactamente como estava. Responsabilidade? Respeito? Parece que falta eléctricidade no cantinho do cérebro onde habitam estes dois pobres coitados valores.
Entre estas e outras, a AE na generalidade não funcionou. Seja pela falta de personalidade dos seus membros que sempre se importaram mais com o que os outros diziam, seja pelos críticos de fora que até nos chegaram a criticar por pintar a AE e principalmente pela falta de capacidade da maioria de saber destinguir responsabilidade de brincadeira.
Hoje a ESE passa por tempos díficeis, precisamos de responder à altura e... não temos capacidade. É díficil quando uma Faculdade tão pequena suporta tanta intriga e tanta mesquinhice, a AE não funciona e união não faz parte do vocabulário.
É díficil também quando os próprios professores se desrespeitam uns aos outros em sussurros com o colega do lado nas reuniões do Conselho Geral.
É muito mais díficil quando o caminho escolhido continua a ser o de manifestações tristes, com cartazes tristes, lutando contra não se sabe bem quem, com meia dúzia de gatos pingados gritando palavras de ordem com escolta polícial. Façam-se ouvir nos orgãos administrativos, denunciem, demostrem o vosso desagrado por dentro, na rua são apenas número.
Não sou nenhum salvador da pátria, nenhum jovem amargurado, nem tão pouco nenhum critico. Apenas me limito a fazer uma reflexão do que vivi, do que vi e do que espero não ver mais na ESE.
A todos os verdadeiros amigos que lá tenho, às instalações e jardins em redor a que nínguem dá valor e a todos os jantares e convívios que tantas boas memórias me fazem guardar. Um grande obrigado, com o desejo de que a ESE se faça respeitar, se não pelos seus dirigentes administrativos, pela união de todos os seus alunos.

Friday, October 26, 2007

Feiticeira Lua


Hoje está lua cheia, disfarçada pela negridão das nuvens que teimam em passear lentamente por um céu que entretanto esquecera as estrelas.

No pequeno ecrã passou Munich pela tarde. Vingar guerra com guerra, só atrai mais guerra e a paz quem a vinga? É a guerra santa dizem eles, dizem todos. Pois para mim, só o simples facto da união das letras G-U-E-R-R-A poder ter um significado, não tem nada de santo.

E passou...

O deleito que um cigarro provoca num banco de jardim, enquanto uma suave brisa agita a gola do casaco e as últimas formigas recolhem a suas casas. Um momento de solidão que tem tanto de prazer como de assustador.

As palavras saem fluídas, sem pensamentos, qual Fernando Pessoa com o seu copinho de água ardente como companheiro. O lápis deu lugar a uma grande quantidade de botões e os dedos movem-se quase que irracionalmente. Já não há essência, não há arte, apenas reflexão.

A lua, essa, observa impávida e serena. O único farol que ilumina a escuridão deste mundo passa despercebido. Ninguém a vê, ninguém a sente, ninguém a recorda. Mas ela está sempre lá, impávida, serena, brilhante...




Tuesday, October 09, 2007

Euskal Herria

Ès cerca daquí?
Tudo é perto, o céu cinzento disfarça a beleza da cidade
As ruas paralelas, perfeitas..
Tão simples e tão complexo que nos fazem perder.
As praças são espelho de flores
Nas rotundas podemos descançar, sentir o sol, imaginar os pensamentos,
Das fontes que lançam água e assistem ao desfile constante
De gente, de tanta gente..
Os jardins enfeitados com as folhas caídas de Outono,
Lançam a brisa que se torna cada vez mais fresca
Em todas as direcções. O relvado mostra verde e a mente sonha rosa.
As igrejas são rock, os teatros são pistas de dança...
Os montes suportam o "xirimiri" constante lançando-o como poeira
Pózinhos de sininho que engripam a alma.
Esta é a cidade que me faz andar quilómetros,
Que me leva a todo o lado, guiada pelo rio.
A cultura é arte e saber estar é conforto.
Tanto de mal tu tens que à noite me vejo a chamar por ti.
E não te vou esquecer...


Bilbao*

Thursday, September 20, 2007

Bilbao

E chegou a hora...
Muita expectativa, muita saudade.


Poucas palavras...





Até já*

Saturday, September 01, 2007

Que semana...

Aproxima-se a hora da partida e não podia deixar de dedicar um post a uma das poucas coisas que me podiam segurar aqui neste momento: os Charysma.
Foi uma semana agitada com horas de ensaio, gravações, uma passagem pela tv, várias deslocações e um concerto final que apesar de algumas falhas, (não somos profissionais e mesmo esses também erram) deixou no ar as ideias e a vontade que este grupo tem em mostrar as suas músicas. Só sei que curti buééé!!!
Foi uma semana que nos uniu e que me mostrou o que é o espírito de uma banda.

Por agora há uma pausa... Quando recomeçar-mos espero que seja em grande.
Posso estar a sonhar muito. Que assim seja... Se recordar é viver, sonhar é semear a expectativa e isso deixa me vivo.

Até já Charysma*

Saturday, August 25, 2007

What´s going on?

E eis que o jovem adolescente já não se reconhece, perdeu-se na idade talvez...
O Mundo gira mais devagar, o tempo passa sem trazer nada de novo.
O tempo está nublado. Até o sol transporta as nuvens.
Falta côr, falta magia, o entusiasmo característico ficou à beira da estrada.

E eis que o jovem adolescente procura ser o que é, sendo o que já foi...
Por enquanto o resultado não corresponde à receita.

Tuesday, July 24, 2007

Está na Hora

Está na hora de voltar a ser grande,
De lembrar a infância,
O sorriso de menino,
A inocência que se vai perdendo.
Não quero lembrar o passado,
Apenas sentir no presente,
Que sou o que já fui.
"Olha queres ouvir-me? Às vezes ainda sou o menino que adormeceu nos teus olhos."
E cresci...

Está na hora de voltar a ser pequeno,
Nas invejas,
Nas injustiças,
No sofrimento de um momento,
Que nem sequer cheguei a ter.

Não tenho tempo para abraçar o amigo,
Ouvir o que tem para dizer.
Abrir o coração,
Deixá-lo ir com o vento,
Que se torna incerto,
E me deixa á deriva.

Tenho tempo para sentir,
Tocar,
Cheirar,
Roubar um coração,
Que depois não quero.
Deito-o fora,
Para junto do meu.

Está na hora de guardar o que tenho,
Num cofre sem chave,
Para nunca mais o voltar a abrir.

O resto,
Fica para depois...

Tuesday, July 10, 2007

Quem disse aDeus?


- Caminhava lado a lado contigo pela praia, as ondas banhavam a margem suavemente, as gaivotas cantavam, o céu azul teimava em agarrar um sol brilhante, nossas pegadas ficavam cravadas na areia, dois trilhos de marcas de pés seguiam o mesmo caminho.

- Sim, eu lembro-me...

- De repente o cansaço apoderou-se de mim, o calor tornou-se insuportável, a areia escaldava, a água perdeu a vida, as gaivotas fugiram, o sol teimava em largar o fogo que me queimava as costas e as pegadas... já só vi as minhas. Porque me abandonaste?

- Amigo, eu não te abandonei. No momento em que mais precisaste levei-te ao colo.




Não interessa as marcas que deixamos visíveis aos outros. O verdadeiro amigo "marca" pela diferença.
Só eu preciso de saber*

Sunday, July 01, 2007

Tuesday, June 26, 2007

Olha, queres ouvir-me?

Tu és... o meu céu, o meu paraíso
A vontade de renascer
A marca impressa na capa do livro
O rascunho que quero ler

Vira a página e segue o desejo
As pégadas marcadas no chão
Enroladas pela onda na areia
Apagadas do coração

Eu quero mais, quero tudo
Uma noite não chega pra mim
Quero a estrela que faz girar o mundo
Uma história sem fim..


O resto fica em segredo até próxima actuação*

Tuesday, June 19, 2007

Preto no preto

Num verão que começa chuvoso, fica uma imagem que já fazia falta...











As palavras dizem tudo... e eu hoje não quero ver, quero sonhar!

Wednesday, May 02, 2007

"Lua sem mel"

Necessidade de escrever, exprimir, encantar quem quer ler, criar sensações através de simples palavras, letras unidas por um significado comum.
Hoje não escrevo!
Canto com frases de improviso o que vai cá dentro. É pouco...
Mas parece que chega e isso é que me chateia profundamente.
Quero descobrir novos mundos, novos caminhos, saber como hei de pensar.
Falta qualquer coisa... não, não é uma crise existêncial ou uma metamorfose cerebral que me está a baralhar as ideias. Não estou feliz!
Quero ir ao céu sem precisar de escadas. Quero que os que me rodeiam me acompanhem, não se acomodem, ou sou apenas eu que sou diferente?
Se calhar é só uma fase menos boa... vem aí a Primavera.

Até lá, vou pegar na guitarra.

Sunday, April 22, 2007

???

Dá - me música que me dás vida...




... mas falta qualquer coisa.

Não sei.

Saturday, April 07, 2007

As Cores da Vida

Um dia de trabalho igual a tantos outros, cansado, saturado, claustrofóbico numa jaula onde pequenos seres vagueiam de um lado para o outro. Uma pequena pausa... uma criança escondida atrás de um pilar, aparece de um lado, depois do outro, de um lado e depois do outro, desta vez um pouco mais abaixo, sempre a sorrir enquanto eu o acompanho com o olhar. Parecia querer - se esconder enquanto eu o teria que encontar. Ali, expontaneamente, nasce uma brincadeira e um sorriso...
Uma família com uma criança deficiente, óculos fundo de garrafão e olhar incerto. "Parece que vai ter companhia o resto do dia". Engraçou comigo a cachopa, não queria ir embora, despede - se com um breve acenar de mão e um tímido sorriso...
A vida vai muito além das aparências e são pequenos gestos como estes que lhe dão cor.

Estaremos nós a aproveitar o que a vida nos dá?